Em nota, a Secretaria de Saúde negou que o ferimento tenha ocorrido na dependência do Hran (veja íntegra da nota abaixo).O G1 tenta contato com a direção do Hospital Daher.
“Os médicos vieram e me perguntaram o que tinha sido esse corte na cabeça. Mas até o momento eu não sabia da existência dele”, disse.
O porteiro contou ainda que ficou 10 dias internado no Daher e foi transferido novamente ao Hospital Regional do Paranoá, onde recebeu alta em 26 de julho.
O caso foi registrado na 5ª Delegacia de Polícia, na Asa Norte, como lesão corporal. Os investigadores não deram mais detalhes sobre o caso. O G1 entrou em contato com a Polícia Civil e aguarda resposta.
O porteiro disse que acredita que o ferimento tenha sido causado durante o transporte de ambulância entre o Hran e o hospital particular. O único documento que consta o ferimento é um laudo médico do Hospital Regional do Paranoá, onde ele recebeu alta.
Além de acionar a Polícia Civil, o paciente disse que contratou uma advogada e que vai acionar a Justiça contra a Secretaria de Saúde.
“A direção do Hospital Regional da Asa Norte (Hran) afirma que desde a entrada do paciente até a sua saída não foi constatado nenhum corte na cabeça, conforme está sendo afirmado. A direção assegura que esse corte não ocorreu nas dependências da unidade”.
Cerrado News/ Metrópoles
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