Segundo a pasta, todas as regiões estão com o número de casos em queda, exceto Planaltina, com 2.827 registros da doença (veja mais abaixo).
Ao todo, 10 pessoas morreram pelo agravamento da doença na capital. O número representa uma redução de 76% no total de vítimas, na comparação com o mesmo período de 2020, quando houve 42 mortes.
As vítimas, de acordo com a pasta, eram moradoras de Ceilândia (3), Planaltina (4), Riacho Fundo (1), Gama (1) e Paranoá (1). O boletim é referente ao período entre 3 de janeiro a 31 de julho.
Entre as notificações neste ano, 167 tiveram “sinais de alarme” e 10 foram consideradas graves. A taxa de incidência da doença na capital é de 374,74 casos por 100 mil habitantes.
Com 2.827 casos prováveis, Planaltina é a região com maior número de registros da dengue no DF. Em seguida, estão Sobradinho (1.248), Ceilândia (1.047), Sobradinho II (761) e São Sebastião (752).
A Secretaria de Saúde informa que as cinco regiões apresentam 6.635 casos prováveis de dengue, e representam 58% do total de notificações no DF.
Para evitar a reprodução do Aedes aegypti em casa e, consequentemente, reduzir os ataques do mosquito, o Ministério da Saúde reuniu uma série de orientações. Confira abaixo:
Prevenção em casa
Cerrado News/Agência Brasil
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