O Distrito Federal registrou a segunda maior média no preço da gasolina do país, na última semana. O valor médio do litro do combustível, em Brasília, ficou em R$ 7,214, atrás apenas do estado do Rio de Janeiro, onde o litro sai por R$ 7,237, em média.
O levantamento foi feito pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), entre os dias 7 e 13 de novembro. A média nacional do preço do combustível ficou em R$ 6,753 por litro.
No DF, a pesquisa foi feita com base nos preços de 47 postos de gasolina. O valor mais caro, do litro da gasolina comum, na semana passada, foi de R$ 7,499 e o mais barato R$ 6,749.
Desde o começo de 2021 – quando o litro da gasolina era vendido a R$ 4,735 , em janeiro – a Petrobrás já reajustou o valor 15 vezes, entre aumentos e reduções. Até o momento, o reajuste acumulado da gasolina já chega a 74%.
Paulo Tavares, presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis do DF (Sindicombustíveis), diz que a limitação do estoque de gasolina no país também contribui para o aumento dos preços. Segundo ele, as distribuidoras estão entregando uma quantidade menor de combustível do que a necessária para os revendedores.
“A demanda por esses produtos é maior do que a oferta. A Petrobrás não é autossuficiente no refino do petróleo para produzir gasolina e diesel”, diz Tavares.
Os estados com as médias de preço do litro da gasolina mais altas, segundo pesquisa da ANP, são:
Os valores mais altos foram encontrados nos seguintes estados:
Gasolina sobe novamente e preço máximo já encosta em R$ 8 por litro
Além do aumento no preço da gasolina, do diesel e do gás de botijão, o Gás Natural Veicular (GNV), usado como combustível alternativo de veículos, também teve alta no preço.
Segundo dados do Monitor dos Preços do Observatório Social da Petrobras (OSP), o combustível registrou o maior preço real do século em novembro, com o metro cúbico chegando a R$ 4,256.
Com isso, a inflação para o motorista no Brasil disparou e já chega a 18,46% no acumulado em 12 meses até outubro, segundo um levantamento realizado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV). É a maior inflação para esse grupo desde 2000.
Para calcular a “inflação do motorista”, o Ibre levou em conta uma série de itens, além da variação do combustível. No cálculo, estão preço do automóvel novo e usado, gasto com peças e acessórios, seguro, entre outros. Veja abaixo:
Cerrado News/ g1
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